Quero deitar-me na areia do tempo
E ver a bela Lua de nefrite flutuar
Banhar-me em sua luz esverdeada
E adormecer sem mais nada pensar
Sonhar alto nos céus e depois cair
Em nuvens purpúreas acolchoadas
Relembrando o doce canto do dragão
E as lanternas de fogo-cristal penduradas
Retornaria aos campos da plenitude
Cobertos pelo tapete verdejante
Onde os caminhos não têm um fim
E passearia ao lado de um gigante
Buscaria paz onde quer que estivesse
E a celebraria com fogos de artifício
Olharia no fundo, dentro de mim
E veria ali nascer um feitiço
Nenhum comentário:
Postar um comentário